Film / 15:49
1998 × 1080Capim Guiné
A live-action short moving through a garden, a house and conversations between its characters. Natural settings give way to surreal inserts, including an apple-faced figure and repeated silhouettes, creating a distinct contrast between the everyday and the imagined.
Early work · circa 2017 to 2019
A film from my cinema studies and the period just after, made with personal resources and a small production setup. Framing, performance and editing became the foundations of my visual storytelling.
Film · Early work · circa 2017 to 201915:49 · Landscape
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pegando mangas take one pegando mangas take one toda vez que gravar é bom falar o que a gente está fazendo cantava, tocava, compunha você tocava? tocava também violão? e ensaiava tocava violão um pouco e... gaita Mas era legal. Era um teatro que tinha banda. Enfim, era uma parada bem legal. Mas não sustentou, né, meu filho? Muito bom, né? É, aí mistura Rock com Baião Maravilhosamente Aí Muito bom, cara É verdade, né E falava também da sociedade alternativa O que você achava do Paulo Coelho? Paulo Coelho era mais místico Os dois andaram mexendo com bruxaria Olhando a espada? Do Magritte? É. Claro. Todo mundo diz que ele é surrealista. Ao contrário, acho que ele é hiperrealista. Ele mostra o absurdo que é a vida da gente. O quanto de absurdo existe numa vida normal. A gente nunca é mesmo uma pessoa, meu filho, sabe? Graças a Deus. Então, aprendi outras coisas também. Tive outras experiências, outros caminhos. você acredita em que agora? acredita em alguma coisa? acredito acredita em que? eu acredito que se você não se mudar não tem Deus nem demônio que vai fazer isso por você eu acho que todas as religiões e tudo que eu pude ler é pede que você faça a sua parte. Escuta. Tem que ficar segurando, né? Não tem outra maneira da gente fazer isso, não? Tem que ficar segurando. Sabe aquele de entrevista que as pessoas usam? Ah, de lapela. Mas a bota está onde? Nas costas, né? A gente pode ligar aqui e colocar no teu... Tá, mas aí fica só direcionado pra mim. É, mas aí tem esse áudio aqui. Aqui também tá capturando um áudio. É. Tá bom. Ou então pode pegar tipo uma cristala. Aí você fica capturando um áudio assim. Não, mas aí eu vou tá igual. Segura. Que nem isso aqui, né? Você quer ficar com as mãos livres? É, lógico. Não? Não vai querer segurar a câmera então? Ah, mas aí é outra história, né? Não sei. Eu acho que captar a imagem é... Você não gosta de foto? Você já pegou? É, mas é isso que eu tô te falando. Eu nunca pensei em... em segurar uma câmera. Agora pensando nisso é interessante, né? Mais interessante do que segurar o áudio. Olha aqui, já tá gravando. Isso aqui, você mexe no zoom. E aqui você mexe no foco. Aqui é zoom e aqui é foco. Sim. Abelha? Abelha? Pô, já sofreu ataque de abelha. É. Você chegar com um... Abelha? com essa proposta. Eu topei isso. Eu topei para uma maneira de a gente se encontrar e tudo. Eu, antes de topar, percebi que você estava duas coisas. no que você faz, nesse método, no que você organiza, mas paguei todos os seus cursos. Não é que louquinho, que sabia, eu não tinha tempo para vir fazer nada, meu filho. Poxa, isso é injusto para o seu pai, tá bom? Vamos ver. Ele é o próximo dos incisos. Está no planeta Terra. Aqui, caralho de sigilo. E agora vem direto para a câmera. Você vai acabar botando a mão na câmera. Corta. Não é porque tu não pensava em... Não, pensava em vir pra cá, nunca. Minha vida não era... Era lá embaixo. Coloquei muito? Ah, meu filho, não vou tomar não. Eu não tô vendo o estômago. As coisas da idade. Ah, que isso, gostosa. Ignora a câmera, como é que faz? Ah, como se não existisse? Ignora. Você não está aí. Nem você. Acho que ela é tão natural quanto a gente. Ela é parte de nós. Amassa o olho que sai. Gostei da filosofia. É o olho que tudo vê. É o olho que tudo vê. É o grande irmão. Eu tinha feito mais, por exemplo, isso é incessante, né? Queria, queria, queria, queria, queria, mas... Muitas vezes, Pedro, você fala Sempre a se queixar da solidão Quem te fez com ferro, fez com fogo Pedro, é pena que você não sabe não Vai pro seu trabalho todo dia Sem saber se é bom ou se é ruim Quando quer chorar vai ao banheiro Pedro, as coisas não são bem assim Por que a saia, meu filho? Agora eu... Não, numa boa. Me explica isso, cara Por que a saia? Tudo bem que você Você Por que não? Não, tem todo o direito de ser diferente do seu pai Mas porra Mas saia, cara Por que não? Por que não? Por que não? Por que não usar? Por que não, por que não? Porque é estranho, porque vão ficar falando de você. Porque é estranho. Sai normalmente uma coisa que a mulher usa. Ah, mas isso é cultura. Olha aí. eu quero entender como é que você se sente eu olha realmente assim essa cena eu estava muito contente com isso o meu filho não gravou você não botou uma boca eu essa cena é importantíssimo assim eu na minha cabeça na minha cabeça essa cena era da maior importância você tomando banho comigo sabe pai e filho sacou como símbolo não vai dizer nada não A gente gravou aqui? A gente gravou, Diego. O áudio. Mas você não botou. Pode procurar aí, não tem. Não tem nada gravado. Não tem? Tem o quê? Tem a preparação da cena Tem que ser de uma vez fácil ou não fuder Eu também acho Vai mesmo? Vai mesmo, Guilherme Ah garoto Quero ver hein Porra, tem uma abelha aqui Abelha? Opa! Valeu, hein? Paizão Valeu, paizão O vencedor é meus filhos!
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